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Um segundo elemento que emerge do nosso estado da arte é que o trabalho que articula negócios imobiliário e competitividade se enquadra na escala urbana e não na escala regional ou nacional.
Conforme ilustrado na Figura 3, é comumente aceito que o papel da terra e dos imóveis desempenha um papel essencial na escolha de locais na escala intraurbana. É importante notar aqui a lacuna entre a literatura científica e a ideia predominante na Valônia, segundo a qual a disponibilidade de terras para fins econômicos representa uma alavanca essencial para a redistribuição econômica na escala de um território regional.
(fo URBIA – O papel dos imóveis comerciais na competitividade dos territórios Cahiers du Développement Urbain Durable no que diz respeito às necessidades das imobiliárias, duas grandes questões emergem da revisão de pesquisas que articulam os temas competitividade e imóveis corporativos. Este é, por um lado, o problema dos custos de transação e, por outro, o problema do preço da terra.
Os custos de transação representam todos os custos não monetizados relacionados às operações de coordenação. Eles consistem em custos de informação (pesquisa sobre preços, estudos técnicos sobre custos de produção física, etc.) e os custos necessários para o uso das instituições (ou seja, as regras formais e informais que regem os mecanismos de coordenação e governança).
No campo do im mobiliário imobiliária, o problema dos custos de transação refere-se, em particular, à eficiência dos mercados em termos de correspondência entre a oferta e a procura. Existem alguns trabalhos sobre o assunto que se concentraram na área de imóveis de escritórios.